Do Diário do Grande ABC
INÍCIO - Figueiredo pontuou que a expectativa da ANS é que em dezembro comecem as reuniões entre um conselho gestor para o projeto.
Ele acrescentou que nesses encontros, que contarão com operadores, hospitais, usuários, órgãos de defesa do consumidor e instituto de pesquisa, serão definidas as diretrizes para o desenvolvimento da ferramenta.
COLETA - Figueiredo explicou que a ANS, após definição com o conselho gestor, distribuirá formulários aos hospitais, para que esses estabelecimentos preencham e enviem os dados à agência. "Para assim formar o índice."
As regras e os processos requisitados no formulário, ou como será a coleta, ainda estão em fase de elaboração.
Apenas os hospitais das operadoras de saúde serão obrigados a contribuir com suas informações. Os estabelecimentos de saúde que atendem por meio de convênios médicos terão a participação facultativa. "Pretendemos incluir, em segundo momento, as clínicas", afirmou o gerente da ANS.
Os médicos não serão avaliados, disse Figueiredo. "E não pensamos em nada sobre isso", garantiu o gerente, sobre uma parceria com outros órgãos governamentais a fim de avaliar os atendimentos dos profissionais formados em medicina.
EMPRESAS - As operadoras de saúde suplementar também serão beneficiadas com a criação do instrumento de avaliação sobre os serviços prestados. Na avaliação de Figueiredo, essas companhias terão acesso às suas qualificações e dos seus concorrentes. E com isso terão como avaliar se cabem melhorias na própria prestação de serviço, portanto, um estímulo à concorrência, que normalmente gera bons resultados aos usuários.
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