.jpg)
O Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo, e o órgãoFDA, que regulamenta o setor de alimentos e medicamentos nos Estados Unidos, estão testando novas drogas mais potentes para tratamento e cura da hepatite C. Segundo a equipe do Núcleo de Apoio à Pesquisa da instituição paulista, as pesquisas prometem revolucionar o tratamento da doença.
Duas drogas sintéticas - Telaprevir e Boceprevir - já estão em uso nos Estados Unidos e na Europa e acabam de ser aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitártia) para comercialização. A expectativa é que os medicamentos estejam disponíveis para os pacientes do Sistema Único de Saúde até o segundo semestre de 2012.
Segundo o médico Roberto Focaccia, responsável pelos estudos no Emílio Ribas, entre nove pacientes que utilizaram o Telaprevir conjugado ao tratamento convencional, oito ficaram curados. “A eficácia tem se mostrado até mesmo na redução do tempo de tratamento, diminuindo de um ano para uma média de dez meses”, disse.
Os pesquisadores também esperam, futuramente, substituir o Interferon, remédio que gera efeitos colaterais semelhantes à quimioterapia. A intenção é utilizar drogas com menos efeitos colaterais.
Redação da Agência de Notícias da Aids
Duas drogas sintéticas - Telaprevir e Boceprevir - já estão em uso nos Estados Unidos e na Europa e acabam de ser aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitártia) para comercialização. A expectativa é que os medicamentos estejam disponíveis para os pacientes do Sistema Único de Saúde até o segundo semestre de 2012.
Segundo o médico Roberto Focaccia, responsável pelos estudos no Emílio Ribas, entre nove pacientes que utilizaram o Telaprevir conjugado ao tratamento convencional, oito ficaram curados. “A eficácia tem se mostrado até mesmo na redução do tempo de tratamento, diminuindo de um ano para uma média de dez meses”, disse.
Os pesquisadores também esperam, futuramente, substituir o Interferon, remédio que gera efeitos colaterais semelhantes à quimioterapia. A intenção é utilizar drogas com menos efeitos colaterais.
Redação da Agência de Notícias da Aids
Nenhum comentário:
Postar um comentário